terça-feira, 22 de abril de 2014

Loja vai vender caneca, bolsa e chinelo com marca do Metrô de SP a partir de amanhã

Produtos com marcas do Metrô (Foto: Divulgação)
Começa a funcionar amanhã em São Paulo a primeira loja licenciada para exploração da marca Metrô. O estabelecimento que será inaugurado no mezanino da Estação Consolação da Linha 2- Verde vai vender capas de computador, bolsas, nécessaire, chaveiros, artigos de escritório e até canecas com logotipo, mapa da rede, imagens e ícones arquitetônicos do sistema metroviário.

O dinheiro obtido com a venda da licença da marca, segundo a assessoria do Metrô, será investido na operação e administração da empresa.

Para permitir o uso de sua marca, o Metrô exige que as empresas interessadas se credenciem e adotem critérios de produção e qualidade estabelecidos pela companhia. O licenciamento já ocorre em outros metrôs do mundo. 

A marca poderá ser usada também em artigos de vestuário, escritório, recreação, literários e impressos. Os produtos poderão ser fabricados em indústrias à escolha do fabricante e comercializados em qualquer localidade.

Fonte da Notícia e Imagem: G1

A Verdadeira Mobilidade

As grandes manifestações de meados do ano passado introduziram na pauta da sociedade um tema que até então estava praticamente restrito aos círculos especializados: mobilidade urbana. Inicialmente limitado à questão do aumento das tarifas do transporte público, logo o assunto ganhou amplitude e espaço nas mídias, tanto as tradicionais quanto as sociais. Ou seja, cada vez mais, passa a ser entendida como a existência de um conjunto de facilidades que assegure conforto e agilidade na locomoção para o trabalho, o lazer, a escola, o retorno ao lar, enfim, para qualquer local a que o cidadão tenha desejo ou necessidade de se deslocar, independentemente do tipo de veículo utilizado.

Por essa definição se nota que praticamente nenhuma das grandes cidades do mundo atende integralmente aos requisitos desejáveis e cidades de porte médio já se encaminham a passos largos para a instalação do caos em suas ruas e avenidas. Palco de explosivo crescimento demográfico no século passado e com um traçado urbano que guarda características da época de sua fundação, há 550 anos, São Paulo é exemplar para a análise dos efeitos da visão distorcida que tratou por longo tempo o transporte urbano como uma questão isolada. Hoje a realidade mostra, com cruel clareza, que não é possível dissociar a mobilidade urbana do planejamento das políticas de habitação, educação, saúde e desenvolvimento econômico, entre outras.

O sinal amarelo para o agravamento da situação já vem se acendendo há vários anos. Só para ficar nos cenários mais recentes, a Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad 2012) registra aumento de 37% para 42,4% das famílias com pelo menos um carro, no período 2009-2012. Isso apesar de um indicador apontado por estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), do mesmo ano, segundo o qual o gasto com o transporte privado é cinco vezes maior do que as despesas com transporte público. Evidentemente, a opção pelo automóvel é consequência do inchaço das cidades, causado pelo crescimento demográfico, que foi empurrando as moradias para locais distantes dos núcleos de trabalho e outros serviços urbanos, e pela deterioração da qualidade do transporte público, tanto pela insuficiente capacidade de embarque de passageiros quanto pela lentidão e pelo desconforto das viagens. Mais recentemente a preferência pelo transporte individual foi estimulada pela concessão de incentivos fiscais à indústria automobilística e pela facilidade de financiamento para compra de carros.

A edição recém-divulgada da Pesquisa de Mobilidade, atualizada a cada cinco anos pelo Metrô de São Paulo, já traz os primeiros reflexos de tais decisões: houve uma redução no uso de transporte coletivo pelas pessoas de menor renda (queda de 2% na faixa até R$ 2.448, e de 4% na faixa R$ 1.248-R$ 4.976) ante um aumento no uso de transporte público em segmentos de maior renda (1% na faixa de R$ 4.976-R$ 9.330 e de 6% na faixa acima de R$ 9.330). O secretário estadual de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, no artigo A São Paulo dos trilhos (Folha de S.Paulo, 10/3), credita o resultado a uma tendência mundial de libertação do transporte individual nos grandes centros, em busca de melhor qualidade de vida. "Além do congestionamento, as consequências diretas do uso do automóvel são a poluição ambiental e sonora, os acidentes e mortes no trânsito e a perda de tempo", observa ele.

Outro ponto positivo revelado pela pesquisa é o aumento do número de viagens pelos trens do Metrô e da CPTM: entre 2007 e 2012 o salto foi de 45% (de 2,2 milhões para 3,2 milhões de passageiros/dia) no primeiro modo e de 62% no segundo (de 1,3 milhão para 2,1 milhões de passageiros/dia). Ótima notícia para quem defende o transporte sobre trilhos. Já as viagens por ônibus aumentaram 13%, totalizando 12,5 milhões de viagens/dia, praticamente empatando com o automóvel, com 12,6 milhões de viagens, mas crescimento de 19%. Um detalhe curioso: embora com pequena participação no quadro geral, os deslocamentos de bicicleta e a pé também cresceram no período, respectivamente, 7% e 9%. Essa uma boa notícia para os adeptos da vida saudável. Um indicativo de que a escolha do tipo de transporte se vincula a outras questões é o comparativo da evolução dos deslocamentos de estudantes. Pela primeira vez desde 1967, há mais alunos utilizando o modo motorizado do que a pé, numa divisão meio a meio. O que indica uma ligação entre segurança e transporte urbano.

Para a maioria dos cidadãos a mobilidade urbana significa contar - além de transporte público de qualidade - com calçadas bem cuidadas, ruas iluminadas e sem buracos, policiamento adequado, vias bem sinalizadas, sistema semafórico inteligente e resistente às chuvas. E até mesmo significa poder utilizar o veículo individual, quando lhes for conveniente, sem terem de enfrentar congestionamentos e enormes dificuldades para estacionar.

Assim, a mobilidade vai além das conclusões, embora corretas, dos pesquisadores do Metrô. Segundo eles, "os resultados sugerem que há correlação entre dados e políticas públicas do período: novos investimentos na rede metroferroviária, favorecendo maior integração, e mais opções de transporte; ampliação da integração tarifária, abrangendo transporte intermunicipal de ônibus; ampliação do transporte escolar; restrição a fretamentos; incentivos à compra de automóveis, ampliando a demanda até classes de menor renda".

No melhor sentido, a mobilidade é também a garantia, para todos os cidadãos, do acesso aos serviços, essenciais ou não, oferecidos pela cidade onde escolheram viver, gerar renda com seu trabalho e pagar parte dos seus impostos.

*Ruy Martins Altenfelder Silva é presidente da Academia Paulista de Letras Jurídicas e do CONSEA da FIESP. 
 
Fonte da Notícia: O Estado de São Paulo

Testes do Monotrilho da Linha 15-Prata avançam cada vez mais

Faltando poucos dias para chegada do mês de maio, começam a ser intensificados os testes com o Monotrilho no trecho de 3 km entre a Estação Oratório e a Terminal Vila Prudente. Justamente neste mês esta prometido a inauguração da Linha 15-Prata, que no início deve operar apenas aos finais de semana.

Recentemente foi divulgado fotos e imagens dos testes com o sistema, desta vez com o trem M03 na região da Vila Prudente.

Fonte da Notícia: Via Trólebus
Vídeo: Sérgio Mazzi

Confira projeções em 3D da Futura Estação Terminal Vila Sônia


0kF7osBPrometida inicialmente para 2009, o futuro terminal da Linha 4-Amarela deve estar pronto depois de 2015. A Estação Terminal Vila Sonia teve por diversas vezes sua inauguração postergada.

Em 2013, o Metrô emitiu uma nota explicando o atraso: “uma obra mais complexa (Estação Vila Sonia), que inclui um terminal de ônibus integrado à estação, a ampliação do pátio de manutenção e estacionamento de trens e a construção de mais 1,5 km de via em direção ao município de Taboão da Serra” e “exigirá uma operação de desvio de tráfego mais elaborada”. 
DkhykRx
A estação ficará na Avenida Professor Francisco Morato, na zona oeste, com um aterro no nível da via. 



fyYZaKU
Surgiram projeções da nova parada no site da empresa “Fernandes Arquitetos Associados”. A mesma empresa é responsável pelas sete primeiras estações do trecho inicial da futura Linha 17, além de cinco paradas para a extensão da Linha 5, no trecho que irá de Santo Amaro até a Chácara Klabin, cinco para a futura Linha 6 (estações Vila Cardoso, Itaberaba, Água Branca, Santa Marina e SESC Pompéia), que irá da Brasilândia até a atual estação São Joaquim (Linha 1):

Fonte da Notícia: Estadão/Via Trólebus
Imagens: Via Trólebus

Justiça manda Metrô fechar Ciclovia alternativa

Após uma decisão judicial, a ciclovia alternativa da Marginal Pinheiros amanheceu fechada na manhã de 18.04.2014, como mostrou o Bom Dia São Paulo. O Metrô construiu essa ciclovia de 5 km, entre a Estação Cidade Jardim e a Ponte João Dias, depois que a ciclovia da Marginal Pinheiros foi interditada para obras da Linha 17-Ouro, do Metrô.

As obras da Linha 17-Ouro interromperam a ciclovia original parcialmente entre as estações Granja Viana e Vila Olímpia da Linha 9-Esmeralda, da CPTM.
 
O Metrô entregou a obra em fevereiro, mas a ciclovia só começou a funcionar há pouco mais de um mês. O Bom Dia São Paulo mostrou que a Eletropaulo pediu à Justiça o fechamento do acesso à ciclovia alegando questões de segurança.

De acordo com a empresa, a estrutura de metal, que é condutor de eletricidade, foi montada perto de um poste de alta tensão, por onde passa uma carga de 35 mil volts. O acesso também fica perto de torres de transmissão, onde a carga é de 88 mil volts.

O Metrô considerou “absurda” a iniciativa da Eletropaulo, segundo o Bom Dia São Paulo. Segundo a companhia, a construção da ciclovia alternativa foi feita de acordo com as orientações da Eletropaulo. O Metrô deve reposicionar o acesso e espera reabrir a ciclovia na próxima semana.
 
Fonte da Notícia: G1/Rádio CBN

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Postagens deste blog durante o feriado (18 á 21.04.2014)

Boa Tarde Leitores!
Quero avisar- lhes que durante esse feriadão que irá ocorrer entre 18 e 21 de Abril, os Blogs Jornal da CPTM e Jornal do Metrô não irão postar notícias.
As Postagens deste Blog voltarão a ser publicadas na Terça Feira dia 22.04.2014.
Feliz Páscoa e um excelente feriado a Todos
Atenciosamente, Jornal do Metrô

Metrô terá operação especial neste Feriado de Páscoa e Tirandentes (18 á 21.04.2014)

A partir de amanhã, o Metrô implantará estratégia especial de operação durante o feriado prolongado da Semana Santa.


O número de viagens dos trens nas Linhas 1 – Azul, 2 – Verde, 3 – Vermelha, Linha 4 – Amarela e 5 – Lilás no feriado dos dias 18 (sexta – feira) e 21 (segunda – feira) será o mesmo de um domingo típico. Nesses dias, a oferta de trens será dimensionada conforme a demanda de passageiros. 


Na terça–feira (22), para atender aos que retornam do feriado prolongado, a circulação dos trens será antecipada para as 4 horas da manhã. A Linha 1 – Azul contará com 14 viagens a mais, a 2 – Verde oferecerá 12 viagens a mais, a 3 – Vermelha terá acréscimo de 22 viagens e a Linha 4 - Amarela terá 18 viagens adicionais. Não haverá mudança no horário de operação apenas na Linha 5-Lilás.


O Metrô recomenda a compra antecipada das passagens para evitar filas de última hora.


Serviço:

Outras informações podem ser obtidas na Central de Informações do Metrô (0800 770 7722), de segunda a sexta-feira, das 5h30 às 23h30.


Informações adicionais podem ser obtidas na Central de Atendimento da ViaQuatro pelo 0800 770 7100, de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 22h, e aos sábados e domingos, das 8h às 18h.
 Fonte da Notícia: Metrô

Obras da 2º Fase da Linha 4-Amarela interdita trechos da linha neste Domingo de Páscoa (20.04.2014)

No próximo domingo 20.04.2014, durante todo o período de operação, o Metrô dará sequencia às obras nas estações Oscar Freire e Fradique Coutinho da Linha 4 - Amarela (Butantã - Luz). Durante a execução dos serviços, o trecho entre as estações Paulista e Faria Lima estará interditado.

Na estação Oscar Freire será realizada pintura das estruturas metálicas do mezanino.

Já na Estação Fradique Coutinho, serão realizados serviços de acabamento do teto e a continuação de implementação das portas de plataforma.

A previsão é que as atividades sejam finalizadas antes do início da operação comercial da segunda-feira (21).

Operação diferenciada 

Durante o período de interdição, os usuários serão atendidos gratuitamente por ônibus do sistema PAESE que circularão, ininterruptamente, entre as estações Faria Lima e Paulista, dando cobertura ao trecho interrompido.

O passageiro deve retirar uma senha na área paga das estações Paulista e Faria Lima, próxima aos bloqueios. A senha garante o acesso dos usuários somente às duas estações da Linha 4-Amarela e vale apenas para o dia 20.

Outras informações podem ser obtidas na Central de Informações do Metrô (0800 770 7722), de segunda a sexta-feira, das 5h30 às 23h30.

Fonte da Notícia: Metrô

quarta-feira, 16 de abril de 2014

1º Trimestre de 2014 tem aumento de 5% no número de usuários que utilizam o Metrô de SP

O sistema de transporte sobre trilhos em São Paulo registrou um aumento de 5,14% no total de passageiros transportados no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Foram 511,3 milhões de pessoas que utilizaram as linhas da CPTM e do Metrô (incluindo a Linha 4-Amarela, concedida à iniciativa privada). No primeiro trimestre de 2013, 486,2 milhões de pessoas foram transportadas.

O maior aumento registrado foi na CPTM, com crescimento de 6,2%, chegando a 196,8 milhões de passageiros transportados de janeiro a março de 2014, ante 185,3 milhões no mesmo período de 2013. No Metrô, 314,4 milhões de pessoas foram transportadas em 2014, registrando um aumento de 4,45% sobre os 301 milhões do primeiro trimestre de 2013.

Atualmente, o sistema metroferroviário paulista transporta uma média de 7,4 milhões de pessoas por dia. Esse número representa 82% dos passageiros transportados em toda a rede sobre trilhos do Brasil. São 335 km de rede de trilhos, por meio da qual o usuário tem acesso a 22 municípios pagando uma única tarifa de R$ 3.

Para a expansão da rede, atualmente, em um ritmo inédito, sete obras estão em execução simultânea, com a construção de três novas linhas e o prolongamento de outras quatro. Estas obras acrescentam mais 77 km (54 km de metrô e 23 km de CPTM) e 63 novas estações (sendo 49 de metrô) ao sistema metroferroviário.

Ainda previsto para 2014 o início das obras de construção das linhas 6-Laranja e 18-Bronze, ambas em formato de Parceria Público-Privada (PPP), e do prolongamento da Linha 2-Verde.

Fonte da Notícia: Metrô

Empresa acusada de fraude, "trava" licitação da Linha 18-Bronze

Empresa com sede em Barueri e acusada de participação em escândalos envolvendo contratações feitas pelo poder público emperrou a licitação da Linha 18-Bronze do Metrô. O TCE acolheu na tarde de ontem representação feita pelo grupo PL Consultoria Financeira e RH Ltda que denunciava “conluio estratégico na fase de definição das diretrizes fundamentais do projeto”, entre outras supostas irregularidades.

Segundo a Jucesp, a empresa tem como objeto social serviços de escritório, lojas de departamentos, reparação de equipamentos de comunicação, comércio atacadista e “outras atividades de ensino não especificadas”. O sócio majoritário é Anselmo Joaquim Vieira, empresário citado em 31 processos no TJ-SP.

Reportagem publicada pela TV Bandeirantes em 2012 revelou que o grupo empresarial comandado por Vieira já venceu diversas licitações na prefeitura de Barueri – durante a gestão de Rubens Furlan – sem que o serviço contratado fosse, de fato, prestado. Em uma delas, um menino, à época com 13 anos de idade, teria sido utilizado como laranja em um dos certames. Em 2011, uma construtora também ligada ao grupo foi vencedora de pregão que tinha como objeto a contratação de serviço de bufê.

À Jucesp, o grupo declarou ter capital de R$ 50 mil, mesmo valor que foi doado na eleição de 2010 ao candidato a deputado federal Jânio Gonçalves de Oliveira, que é vereador em Barueri e integra a base de sustentação ao Prefeito Gil Arantes.

A Secretaria dos Transportes Metropolitanos afirma que “é de se estranhar que o pedido de suspensão tenha sido feito por empresa sem qualquer relevância no setor metroviário, com alegações sem qualquer embasamento”. O Metrô garante que apresentará esclarecimentos para que o cronograma da obra não seja prejudicado.

Questionado ontem pela equipe do Diário, o advogado do grupo, Flávio Pereira dos Santos, afirma que qualquer pessoa física ou jurídica tem poder de pleitear suspensão de licitação. Ele não explicou, entretanto, qual é o interesse da empresa no certame, que não tem qualquer ligação com seu ramo de atuação.

A Linha 18-Bronze ligará a Capital a São Bernardo por meio de monotrilho. O trajeto também passará por São Caetano e Santo André e terá 15,7 quilômetros de extensão e 13 estações. O investimento previsto é de aproximadamente R$ 4,2 bilhões.

Fonte da Notícia: Diário do Grande ABC

Tribunal de Contas de SP suspende licitação da Linha 18-Bronze

 

TCE suspendeu o leilão marcado para quarta-feira envolvendo a Linha 18-Bronze, informou a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, lamentando a decisão.

O leilão compreende um monotrilho que ligará a capital paulista ao ABC, na região metropolitana de São Paulo, com investimentos estimados em cerca de 4 bilhões de reais.

O Governo de São Paulo havia assinado no final de janeiro um termo de compromisso com o Ministério das Cidades para a construção da linha. Na ocasião, a expectativa era que as obras começassem em 90 dias, com o término estimado para 2018, segundo informações da Agência Brasil.

"A Secretaria dos Transportes Metropolitanos lamenta a decisão do Tribunal de Contas do Estado", afirmou a pasta estadual em comunicado à imprensa, afirmando que a decisão foi de suspensão do leilão foi motivada por "alegações sem qualquer embasamento".

Representantes do TCE não puderam ser contatados de imediato para comentar o assunto.
Fonte da Notícia: Yahoo 
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

Manifestação contra Copa Mundo tem detidos na Estação Butantã

Manifestantes detidos em frente à tropa de choque na estação do Metrô Butantã (Foto: Marcelo Mora/ G1)
Tropa de Choque em ação na Estação Butantã ontem a noite
O 5º Ato contra a Copa realizado em São Paulo terminou ontem com manifestantes detidos após duas agências bancárias serem alvo de vandalismo na Avenida Vital Brasil, na Zona Oeste de São Paulo. As detenções ocorreram dentro da Estação Butantã da Linha 4 Amarela do Metrô.

Às 22h30, a PM informou que 54 pessoas foram presas. Os jovens foram levados em dois ônibus para o 14° Distrito Policial. "Muitos foram detidos por atos de depredação", disse o major Genivaldo Antônio, que comandou a operação. Cerca de 800 policiais militares acompanharam a manifestação.

Não foram registrados confrontos entra a PM e os manifestantes. De acordo com a concessionária Linha 4 do Metrô, não foram registrados vandalismos dentro da estação.

Concentração no Masp
 
A concentração para o ato foi realizada no Masp, na Avenida Paulista, às 18h. Mesmo com chuva leve, cerca de mil manifestantes seguiram pela Avenida Rebouças até chegar às imediações da Avenida Vital Brasil. No caminho, não foram registrados incidentes. O grupo chegou a realizar o tradicional jogral de encerramento, destacando queixas contra a precariedade do sistema público de saúde.

Por volta das 21h30, após o começo da dispersão, dois bancos foram depredados na Avenida Vital Brasil. Manifestantes correram em direção à Estação Butantã e foram seguidos pela PM. A Tropa de Choque chegou a cercar as entradas com escudos.

Fonte da Notícia e Imagem: Diário da CPTM

terça-feira, 15 de abril de 2014

Tribunal de Contas barra licitação de R$ 11 bilhões do Metrô de SP

O Tribunal de Contas do Estado determinou nesta terça-feira, 15, a imediata paralisação da concorrência internacional número 3/13 relativa à concessão da Linha 18- Bronze do Metrô de São Paulo, empreendimento estimado em R$ 11,7 bilhões.

Em despacho de nove páginas, o TCE acolheu preliminarmente representação da empresa PL Consultoria Financeira e RH que apontou “indícios de conluio estratégico na fase de definição das diretrizes fundamentais do projeto”. A empresa manifestou-se contra o edital de concorrência que tem por objeto a concessão patrocinada da prestação dos serviços públicos da Linha Bronze com tecnologia de monotrilho.

A empresa alega existir no mundo apenas duas fabricantes de material rodante, a canadense Bombardier Transportation e a japonesa Hitachi.

A concorrência da Linha 18-Bronze do Metrô tem por objeto a concessão patrocinada da prestação dos serviços públicos com tecnologia de monotrilho, contemplando implantação, operação, conservação e manutenção.

O conselheiro relator Antonio Roque Citadani, do TCE paulista, destacou em sua manifestação: “A matéria, além de sua complexidade é também, ainda que indiretamente, objeto de investigação noticiada nos autos, no âmbito do Cade e do Ministério Público Estadual, envolvendo apurar suposto cartel no mercado de licitações públicas relativas a projetos de Metrô e/ou trens de sistemas auxiliares.”

O conselheiro levou em conta alegação da empresa que representou ao TCE sobre “existência de cláusulas que impõem outras condicionantes que inviabilizam a competição e, em consequência disso, comprometem a eficiência do sistema”.

Na representação são apontados 17 itens que poderiam provocar restrições à competitividade, como exigências relativas ao programa de nacionalização progressiva para fins de obtenção de financiamento junto ao BNDES.

Ainda segundo a representação à Corte de contas, uma das cláusulas do edital não contém “critério objetivo para a aferição de obrigações acessórias na fase de qualificação”.

“Com todos estes questionamentos requer o recebimento e o acolhimento da representação para suspensão dos prazos do edital para verificação das irregularidades apontadas”, decretou o relator.
O TCE abriu oportunidade à Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos para se manifestar sobre a representação. A secretaria destacou que a escolha pelo modelo do monotrilho já foi alvo de análise pelo próprio Tribunal de Contas, sob relatoria de Citadini. Mas o conselheiro observou que tal avaliação decorreu de circunstâncias tida como inovadoras, tendo os órgãos técnicos sugerido à época que a adoção da tecnologia seria aceitável pelos estudos apresentados e por estar demonstrada à competitividade.

O conselheiro avalia que, apesar do esforço feito pela Secretaria de Estado Transportes Metropolitanos, “a própria peça de defesa ressalta que as repostas se cingem ao aspecto jurídico, não adentrando a questões técnicas.”

O relator aponta dúvidas que reputa importantes: as exigências de qualificação técnica no caso do fabricante do material rodante não participar como licitante; o excesso de especificações técnicas, sobretudo em relação ao material rodante; qual o valor, e sua composição, utilizado como base para as exigências de qualificação econômico-financeira referentes ao patrimônio líquido e garantia de execução do contrato.

O conselheiro também levou em consideração a dimensão do projeto de concessão patrocinada, PPP, com aspectos especializados e técnicos, relevantes das áreas jurídicas, econômica, financeira e de engenharia.

“Em que pese as justificativas trazidas pela Secretaria, diante do vulto da contração e da complexidade dos aspectos levantados, entendo que a situação presente merece uma análise prévia mais cuidadosa pelos órgãos técnicos e Ministério Público de Contas, para decisão final do Plenário, sob pena de eventual comprometimento futuro”, observou Citadini.

O conselheiro mandou oficiar à Secretaria dos Transportes Metropolitanos para apresentar justificativas e documentos suplementares. Ele também decidiu comunicar ao procurador-geral de Justiça a suspensão da concorrência internacional da Linha 18- Bronze do Metrô.

Fonte da Notícia: Estadão

Governo suspende licitação da Linha 18-Bronze

A licitação da PPP da Linha 18 - Bronze do metrô de São Paulo foi suspensa. A informação é da Secretaria dos Transportes Metropolitanos, que explicou que a suspensão decorre da decisão do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, por conta de uma representação interposta contra termos do edital. A sessão pública de recebimento das propostas da licitação deveria ocorrer na tarde desta quarta-feira, 16, após já ter sido adiada por cerca de dez dias.

Mais cedo, o Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, informou que o Tribunal de Contas do Estado havia determinado, nesta terça-feira, a imediata paralisação da concorrência. Em despacho de nove páginas, o TCE acolheu preliminarmente representação da empresa PL Consultoria Financeira e RH que apontou "indícios de conluio estratégico na fase de definição das diretrizes fundamentais do projeto". A empresa alega existir no mundo apenas duas fabricantes de material rodante, a canadense Bombardier Transportation e a japonesa Hitachi.

A licitação tem por objeto a concessão patrocinada para prestação dos serviços públicos com tecnologia de monotrilho, contemplando implantação, operação, conservação e manutenção de uma linha que interligará a região do ABC Paulista à capital, com cerca de 15 quilômetros de extensão e 13 estações. O empreendimento tem custo estimado de R$ 4,2 bilhões, sendo R$ 3,8 bilhões custeados 50% pelo governo do Estado e 50% pela iniciativa privada. Os outros R$ 406 milhões são referentes às desapropriações que serão executadas pelo Estado. Deste valor, R$ 400 milhões vêm do governo federal a fundo perdido, por meio do PAC 2.

O conselheiro relator Antonio Roque Citadini, do TCE paulista, destacou em sua manifestação: "A matéria, além de sua complexidade é também, ainda que indiretamente, objeto de investigação noticiada nos autos, no âmbito do Cade e do Ministério Público Estadual, envolvendo apurar suposto cartel no mercado de licitações públicas relativas a projetos de Metrô e/ou trens de sistemas auxiliares."

O conselheiro levou em conta alegação da empresa que representou ao TCE sobre "existência de cláusulas que impõem outras condicionantes que inviabilizam a competição e, em consequência disso, comprometem a eficiência do sistema". Na representação são apontados 17 itens que poderiam provocar restrições à competitividade, como exigências relativas ao programa de nacionalização progressiva para fins de obtenção de financiamento junto ao BNDES.

O TCE abriu oportunidade à Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos para se manifestar sobre a representação. A secretaria destacou que a escolha pelo modelo do monotrilho já foi alvo de análise pelo próprio Tribunal de Contas, sob relatoria de Citadini. Mas o conselheiro observou que tal avaliação decorreu de circunstâncias tida como inovadoras, tendo os órgãos técnicos sugerido à época que a adoção da tecnologia seria aceitável pelos estudos apresentados e por estar demonstrada à competitividade. 

Fonte da Notícia: O Estado de S. Paulo

Metrô vai fazer nova licitação para reabrir bicicletários


20359O Metrô de São Paulo deve fazer uma nova licitação para reabrir os bicicletários existentes em suas estações. De acordo com reportagem do portal G1, das 15 estruturas, apenas 10 abrem para guardar bicicletas e outros 5 estão totalmente fechados. Não existe prazo definido para a reabertura dos pontos.

O empréstimo de bicicletas foi suspenso em 2012 quando a empresa que operava os bicicletários passou por dificuldades financeiras e encerrou o funcionamento dos locais. Em 2013, teve uma concorrência pública, mas a empresa vencedora desistiu de reabrir as unidades.

O Metrô informou ao jornal que mantém espaços para guardar bicicletas gratuitamente em dez estações e a taxa média de ocupação desses espaços não chega a 30% do total. As estações que têm bibicletários com serviço de guarda bicicleta são Sé, Liberdade, Paraíso, Tamanduateí, Vila Madalena, Corinthians/Itaquera, Guilhermina/Esperança, Carrão, Brás e Santa Cecília. Os bicicletários estão fechados nas estações Barra Funda, Anhangabaú, Vila Mariana, Armênia e Marechal Deodoro. A companhia informou em nota que uma nova licitação será aberta para localizar interessados em administrar os bicicletários.

Fonte da Notícia e Imagem: Via Trólebus/G1