terça-feira, 15 de abril de 2014

Tribunal de Contas barra licitação de R$ 11 bilhões do Metrô de SP

O Tribunal de Contas do Estado determinou nesta terça-feira, 15, a imediata paralisação da concorrência internacional número 3/13 relativa à concessão da Linha 18- Bronze do Metrô de São Paulo, empreendimento estimado em R$ 11,7 bilhões.

Em despacho de nove páginas, o TCE acolheu preliminarmente representação da empresa PL Consultoria Financeira e RH que apontou “indícios de conluio estratégico na fase de definição das diretrizes fundamentais do projeto”. A empresa manifestou-se contra o edital de concorrência que tem por objeto a concessão patrocinada da prestação dos serviços públicos da Linha Bronze com tecnologia de monotrilho.

A empresa alega existir no mundo apenas duas fabricantes de material rodante, a canadense Bombardier Transportation e a japonesa Hitachi.

A concorrência da Linha 18-Bronze do Metrô tem por objeto a concessão patrocinada da prestação dos serviços públicos com tecnologia de monotrilho, contemplando implantação, operação, conservação e manutenção.

O conselheiro relator Antonio Roque Citadani, do TCE paulista, destacou em sua manifestação: “A matéria, além de sua complexidade é também, ainda que indiretamente, objeto de investigação noticiada nos autos, no âmbito do Cade e do Ministério Público Estadual, envolvendo apurar suposto cartel no mercado de licitações públicas relativas a projetos de Metrô e/ou trens de sistemas auxiliares.”

O conselheiro levou em conta alegação da empresa que representou ao TCE sobre “existência de cláusulas que impõem outras condicionantes que inviabilizam a competição e, em consequência disso, comprometem a eficiência do sistema”.

Na representação são apontados 17 itens que poderiam provocar restrições à competitividade, como exigências relativas ao programa de nacionalização progressiva para fins de obtenção de financiamento junto ao BNDES.

Ainda segundo a representação à Corte de contas, uma das cláusulas do edital não contém “critério objetivo para a aferição de obrigações acessórias na fase de qualificação”.

“Com todos estes questionamentos requer o recebimento e o acolhimento da representação para suspensão dos prazos do edital para verificação das irregularidades apontadas”, decretou o relator.
O TCE abriu oportunidade à Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos para se manifestar sobre a representação. A secretaria destacou que a escolha pelo modelo do monotrilho já foi alvo de análise pelo próprio Tribunal de Contas, sob relatoria de Citadini. Mas o conselheiro observou que tal avaliação decorreu de circunstâncias tida como inovadoras, tendo os órgãos técnicos sugerido à época que a adoção da tecnologia seria aceitável pelos estudos apresentados e por estar demonstrada à competitividade.

O conselheiro avalia que, apesar do esforço feito pela Secretaria de Estado Transportes Metropolitanos, “a própria peça de defesa ressalta que as repostas se cingem ao aspecto jurídico, não adentrando a questões técnicas.”

O relator aponta dúvidas que reputa importantes: as exigências de qualificação técnica no caso do fabricante do material rodante não participar como licitante; o excesso de especificações técnicas, sobretudo em relação ao material rodante; qual o valor, e sua composição, utilizado como base para as exigências de qualificação econômico-financeira referentes ao patrimônio líquido e garantia de execução do contrato.

O conselheiro também levou em consideração a dimensão do projeto de concessão patrocinada, PPP, com aspectos especializados e técnicos, relevantes das áreas jurídicas, econômica, financeira e de engenharia.

“Em que pese as justificativas trazidas pela Secretaria, diante do vulto da contração e da complexidade dos aspectos levantados, entendo que a situação presente merece uma análise prévia mais cuidadosa pelos órgãos técnicos e Ministério Público de Contas, para decisão final do Plenário, sob pena de eventual comprometimento futuro”, observou Citadini.

O conselheiro mandou oficiar à Secretaria dos Transportes Metropolitanos para apresentar justificativas e documentos suplementares. Ele também decidiu comunicar ao procurador-geral de Justiça a suspensão da concorrência internacional da Linha 18- Bronze do Metrô.

Fonte da Notícia: Estadão

Governo suspende licitação da Linha 18-Bronze

A licitação da PPP da Linha 18 - Bronze do metrô de São Paulo foi suspensa. A informação é da Secretaria dos Transportes Metropolitanos, que explicou que a suspensão decorre da decisão do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, por conta de uma representação interposta contra termos do edital. A sessão pública de recebimento das propostas da licitação deveria ocorrer na tarde desta quarta-feira, 16, após já ter sido adiada por cerca de dez dias.

Mais cedo, o Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, informou que o Tribunal de Contas do Estado havia determinado, nesta terça-feira, a imediata paralisação da concorrência. Em despacho de nove páginas, o TCE acolheu preliminarmente representação da empresa PL Consultoria Financeira e RH que apontou "indícios de conluio estratégico na fase de definição das diretrizes fundamentais do projeto". A empresa alega existir no mundo apenas duas fabricantes de material rodante, a canadense Bombardier Transportation e a japonesa Hitachi.

A licitação tem por objeto a concessão patrocinada para prestação dos serviços públicos com tecnologia de monotrilho, contemplando implantação, operação, conservação e manutenção de uma linha que interligará a região do ABC Paulista à capital, com cerca de 15 quilômetros de extensão e 13 estações. O empreendimento tem custo estimado de R$ 4,2 bilhões, sendo R$ 3,8 bilhões custeados 50% pelo governo do Estado e 50% pela iniciativa privada. Os outros R$ 406 milhões são referentes às desapropriações que serão executadas pelo Estado. Deste valor, R$ 400 milhões vêm do governo federal a fundo perdido, por meio do PAC 2.

O conselheiro relator Antonio Roque Citadini, do TCE paulista, destacou em sua manifestação: "A matéria, além de sua complexidade é também, ainda que indiretamente, objeto de investigação noticiada nos autos, no âmbito do Cade e do Ministério Público Estadual, envolvendo apurar suposto cartel no mercado de licitações públicas relativas a projetos de Metrô e/ou trens de sistemas auxiliares."

O conselheiro levou em conta alegação da empresa que representou ao TCE sobre "existência de cláusulas que impõem outras condicionantes que inviabilizam a competição e, em consequência disso, comprometem a eficiência do sistema". Na representação são apontados 17 itens que poderiam provocar restrições à competitividade, como exigências relativas ao programa de nacionalização progressiva para fins de obtenção de financiamento junto ao BNDES.

O TCE abriu oportunidade à Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos para se manifestar sobre a representação. A secretaria destacou que a escolha pelo modelo do monotrilho já foi alvo de análise pelo próprio Tribunal de Contas, sob relatoria de Citadini. Mas o conselheiro observou que tal avaliação decorreu de circunstâncias tida como inovadoras, tendo os órgãos técnicos sugerido à época que a adoção da tecnologia seria aceitável pelos estudos apresentados e por estar demonstrada à competitividade. 

Fonte da Notícia: O Estado de S. Paulo

Metrô vai fazer nova licitação para reabrir bicicletários


20359O Metrô de São Paulo deve fazer uma nova licitação para reabrir os bicicletários existentes em suas estações. De acordo com reportagem do portal G1, das 15 estruturas, apenas 10 abrem para guardar bicicletas e outros 5 estão totalmente fechados. Não existe prazo definido para a reabertura dos pontos.

O empréstimo de bicicletas foi suspenso em 2012 quando a empresa que operava os bicicletários passou por dificuldades financeiras e encerrou o funcionamento dos locais. Em 2013, teve uma concorrência pública, mas a empresa vencedora desistiu de reabrir as unidades.

O Metrô informou ao jornal que mantém espaços para guardar bicicletas gratuitamente em dez estações e a taxa média de ocupação desses espaços não chega a 30% do total. As estações que têm bibicletários com serviço de guarda bicicleta são Sé, Liberdade, Paraíso, Tamanduateí, Vila Madalena, Corinthians/Itaquera, Guilhermina/Esperança, Carrão, Brás e Santa Cecília. Os bicicletários estão fechados nas estações Barra Funda, Anhangabaú, Vila Mariana, Armênia e Marechal Deodoro. A companhia informou em nota que uma nova licitação será aberta para localizar interessados em administrar os bicicletários.

Fonte da Notícia e Imagem: Via Trólebus/G1

Chuva causou transtornos para os usuários do Metrô e da CPTM hoje pela manhã

Uma falha em um equipamento de via prejudicou a circulação da Extensão da Linha 7-Rubi da CPTM.

Segundo a assessoria de imprensa da empresa, o problema foi constatado por volta das 4h na Estação Várzea Paulista, no sentido Francisco Morato. Os trens operaram com velocidade reduzida e os técnicos estavam no local tentando resolver o defeito.

Outro problema afetou a circulação do Expresso Leste, falha em equipamento prejudicou a operação.

Mais cedo, um trem da Linha 1-Azul apresentou falha no sistema de tração, no sentido Jabaquara, às 5h. A composição foi recolhida na Estação Carandiru. A operação nessa linha já foi normalizada. 

Fonte da Notícia: Portal R7

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Postagem 1150: O Metrô esta disposto a ouvir todos os usuários?

Pode-se afirmar: o paulistano vive uma relação diária de ódio com o transporte público, seja ele o Metrô, a CPTM ou a SPTrans. E o paulistano, mesmo sem querer admitir, tem orgulho do Metrô que ele tem. Afinal de contas, é o melhor Metrô do Brasil e um dos melhores da América do Sul. E tentando um contato mais direto, uma das principais iniciativas que o Metrô teve nos últimos anos foi procurar os usuários que utilizavam as redes sociais para sugerir ou reclamar com a Companhia. Poucas gestões de Metrôs no mundo já tomaram esta decisão. Abrir as portas de suas dependências e se apresentar a estes usuário foi uma atitude corajosa, inteligente, mas também arriscada por parte do então presidente do Metrô, Sérgio Avelleda.

Na teoria, a iniciativa da criação destas reuniões era que se criasse uma parceria onde, em um lado da ponta, os usuários forneceriam diversas sugestões e apontariam melhorias para a operação e do outro lado, o Metrô iria estudar e colocar em prática tais sugestões. É importante entender que nenhum destes usuários sugeriu ideias mirabolantes ou revolucionárias, ou seja, ideias que seriam totalmente inviáveis de se por em prática. Mesmo sem conhecimento técnico nas áreas correlatas, muitas sugestões destes usuários eram plausíveis e o Metrô concordou com várias delas. Algumas ideias, claro, demandaram e ainda demandam mais estudos das equipes responsáveis da Companhia, mas entende-se que isso deve ser rotina para estes profissionais.

No primeiro momento de ação do Metrô, a Companhia apresentou para alguns usuários o Centro de Controle Operacional (CCO), localizado no Paraíso e também um dos pátios de manutenção, no Jabaquara. Esta reunião deu início a várias outras, onde este grupo de usuários foi sendo apresentado aos gerentes de várias áreas do Metrô e conhecendo procedimentos e processos da Companhia. Ou seja, o Metrô quis mostrar o lado que o usuário desconhece da Companhia. Uma iniciativa certeira e inovadora!

E claro, quanto mais os usuários interagiam diretamente com o Metrô, mais estas pessoas buscavam conhecer mais do sistema, suas falhas, a gestão administrativa e a própria história do Metrô na cidade. O tempo passou e o conhecimento aumentou, assim como o grupo de pessoas. O Metrô inclusive ganhou um prêmio internacional no segmento por esta ação. E os usuários “convocados” se sentiram especiais por estarem ali tentando ajudar.

Mas o Metrô de SP passa por uma fase bastante complicada onde seguidas falhas são apontadas não só por este grupo de usuários, mas por muito mais pessoas que usam as redes sociais. Isso sem falar nas denúncias de cartel e outros problemas administrativos denunciados através da mídia convencional. E claro, com tanto “buzz” nas redes, a mídia começou a buscar informações diretamente não só com este grupo, mas também com muito mais pessoas. E naturalmente, os perfis @UsuariosMetroSP e @SardinhaExpress ganharam notoriedade pelo trabalho que fazem diariamente sem ganhar qualquer retorno financeiro. A mídia impressa, da Internet e até televisiva já deixou bem claro o quanto importante é o trabalho de ambos para a mobilidade da cidade.

Adilson de Paula Silva, 34, é o criador e administrador do perfil Usuários do Metrô SP no Twitter

Naturalmente, o Metrô foi convidando um número cada vez maior de usuários para participar das reuniões e surgiram opiniões diferentes. A causa deveria permanecer a mesma: a melhoria do sistema no cotidiano, visando o bem estar do usuário. Tais reuniões em seu início possuíam a tônica de se “prestar contas” das sugestões e soluções dadas. Atualmente, com tantas dúvidas, falhas e problemas, o que se vê é que o Metrô apenas fica respondendo de forma genérica às perguntas que estes usuários fazem.

Atualmente, existem dois jogos: de egos e o de interesses. Sem querer polemizar ainda mais este artigo, este conflito será resumido em duas frases:

- “… minha opinião é mais importante do que a sua, por que eu tenho mais conhecimento sobre o sistema ou sobre trens do que você…”

- “… vocês reclamam demais, damos conta da operação, não existem tantas falhas significativas para tanto alarde…”.

Sobre o conflito de interesses, toda e qualquer empresa (inclusive o Metrô) tem seus problemas “obscuros” e que não podem ser discutidos em público. Isso sem falar em discussões internas ou problemas no processo administrativo. Com o tempo percebeu-se uma questão clara, definida nesta frase popular: “há mais coisas entre o céu e a terra que o homem pode notar”. E claro, o Metrô é um órgão público e está sujeito a interesses políticos. Interesses estes que muitas vezes fogem de focar no bem estar e no conforto do usuário. Sempre foi assim nas reuniões com ou sem a presença de usuários. E o Metrô optou em ampliar o contato com os usuários que apenas “falem bem” da Companhia, pois estes evitarão expor em rede social o que acontece diariamente. É algo como tapar o sol com a peneira.

Quanto às sugestões iniciais, por mais que existam ações que requeiram processos, projetos e estudos, muitas coisas simples (como colocar uma corda para impedir o embarque pela área de desembarque nas plataformas) são ações que independem de estudos e projetos e que de pronto poderiam ter sido posto em práticas. O Metrô tem muito medo de arranhar a já arranhada imagem que ele possui na mídia tomando atitudes antipopulares. Mas para uma administração de operação eficaz é claro que é preciso de vez em quando tomar atitudes pouco populares pensando no bem comum maior.

Enquanto o Metrô evitar a qualquer custo olhar para dentro da sua própria gestão e tentar novas medidas na operação ou na própria administração e continuar focando em criar campanhas que apontam o péssimo comportamento do usuário sem ações e campanhas mais agressivas, o usuário não irá fazer a parte dele. A iniciativa para as campanhas estão absolutamente corretas, mas as atuais são ineficazes em atingir o público.

Na realidade, os usuários ainda têm muito a contribuir e dar sugestões que precisam sair do papel e virar realidade. Ficamos com algumas questões:

- Porque a Companhia atualmente está se “apegando” apenas a quem só elogia o sistema e se dizem “insatisfeitos”, porém felizes perante as câmeras, sejam elas profissionais, televisivas ou amadoras para uma simples publicação por em redes sociais?

- Quando as companhias realmente vão querer ouvir o que o usuário tem a dizer? Pois parece que eles estão evitando ao máximo ouvir algumas verdades cotidianas que parecem não se importar em querer mudar.

Fonte da Notícia: Via Trólebus

Governo atribui prejuízo no Metrô e na CPTM devido ao congelamento das tarifas

Saiu no jornal “O Estado de São Paulo” reportagem que menciona relatórios internos da CPTM e do Metrô, onde revelam que o prejuízo de ambas empresas administradas pelo governo estadual aumentou no ano passado. A gestão Geraldo Alckmin credita o desempenho negativo, entre outros fatores, ao congelamento da tarifa em R$ 3 após os protestos de junho.

No caso da CPTM, o prejuízo de R$ 507,4 milhões foi 133% maior do que o de 2012 (R$ 217,2 milhões). Já o Metrô registrou perda de R$ 76,4 milhões, mais do que o dobro do ano passado (R$ 28,4 milhões).

Segundo ainda a reportagem, o relatório da CPTM revela que “a execução do orçamento do ano de 2013 foi prejudicada pela indefinição a respeito da aplicação do reajuste das tarifas do transporte”. O Metrô diz que a perda a problemas como “depreciação de bens, provisão para indenizações judiciais, receita e custo financeiro”.

No entanto, nas falas do Metrô e da CPTM, não houve piora na operação e na segurança da rede. O presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino de Melo Prazeres Júnior, não concorda e diz que é preciso contratar para acabar com as horas extras. “As estações estão com um número extremamente reduzido de funcionários, colocando-os em risco. A empresa deve parar de gastar com coisas equivocadas, como reformas estéticas das estações.”

Só faltou o governo do estado mensurar a perda de dinheiro que o sistema tem com esquemas de corrupção, ou então pelos cartéis que são do conhecimento de todos. Por parte do governo estadual, vemos que ainda a sua principal métrica de sucesso, são os lucros por parte das empresa, e não o transporte eficiente das pessoas.

Professor da FGV defende consultoria por parte do governo do estado

Em entrevista a rádio CBN, o professor e pesquisador da FGV, Fernando Abrúcio disse que existe muita intransparência pelas empresas de transporte publico. Ele defende uma consultoria na CPTM e no Metrô da mesma forma com que esta sendo feita por parte da prefeitura de São Paulo.

Fonte da Notícia: Via Trólebus/Estadão

Sindicalistas prometem greves e protestos na Copa do Mundo

A pressão por aumentos salariais deve intensificar o número de greves e protestos sindicais a partir de Junho, quando começa a Copa do Mundo. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, pelo menos 16 sindicatos, que representam 4 milhões de trabalhadores, já estão se preparando para as manifestações durante o mundial. Os protestos, no entanto, podem ocorrer de forma isolada nas fábricas, aeroportos ou mesmo nas ruas das 12 cidades-sede.

No setor de alimentação, a estratégia é “prejudicar o churrasco” do torcedor, atingindo o estoque. "Se o trabalhador não matar o boi, não terá churrasco na Copa. Se o caminhão não sai da cervejaria, não vai ter o que servir nos bares", diz Wilson Manzon, da federação de trabalhadores paulistas do segmento.

Até os hotéis que hospedarão as seleções podem entrar em greve e o slogan já até foi definido: "Salário e direitos no padrão Fifa".

Das 16 categorias que se mobilizam, metade está na área de transporte: aeroviários, metroviários, ferroviários da CPTM, motoristas e cobradores de ônibus, rodoviários, taxistas, motoboys e agentes de trânsito. "Estamos nos preparando para isso. Evitamos no Natal, no Ano Novo e no Carnaval", diz Selma Balbino, presidente do Sindicato Nacional dos Aeroviários.

Segurança reforçada

A dois meses da Copa, o governo federal definiu o maior efetivo de segurança para a história de um Mundial: 170 mil agentes entre policiais, militares e segurança privada. Desse total, 57 mil são integrantes das Forças Armadas. Ainda segundo o jornal Folha de S. Paulo, este será o maior contingente de militares já utilizado em um evento no Brasil.

O investimento será de R$ 2 bilhões, mas quase nada foi investido em inteligência e perícia. Como comparativo do contingente de segurança da Copa, há um aumento de efetivo em 22% em relação à África do Sul, em 2010. Na ocasião, 140 mil agentes atuaram no plano nacional.

Nos quartéis, 21 mil militares serão a chamada força de contingência para atuar em "casos de emergência". O governo se programa para eventuais greves da categoria em alguns Estados.
 
Fonte da notícia: Portal Terra

Metrô e CPTM defendem operações

O Metrô informou, por meio de nota, que "diante do congelamento das tarifas, a empresa, em sintonia com as diretrizes do governo do Estado para a racionalização e eficiência da utilização dos recursos, intensificou as ações de combate ao desperdício e promoveu a renegociação de contratos".

Segundo o texto, "as ações foram feitas de modo a não prejudicar em nada a operação e a segurança do sistema, visando a manutenção da saúde financeira da empresa". Ainda conforme o Metrô, a cobertura entre receita e despesa (após a compensação de gratuidades) teve um saldo positivo de 102%.

Por sua vez, a CPTM informou que o exercício do ano passado "teve como principal fator o aumento das provisões para contingências, como previdência privada, trabalhista, cíveis e previdenciária".

Segundo a empresa, "se forem expurgadas as cifras registradas nessas contas, constata-se que o resultado financeiro do exercício de 2013 foi positivo, de R$ 118,6 milhões, 23,2% superior ao de 2012". Além disso, a companhia informou que vem tentando ampliar a geração de receitas não vinculadas ao transporte, como a publicidade nas estações e nos trens.

Sobre o aumento no número médio de falhas em comparação aos quilômetros percorridos pelos trens, a CPTM afirmou que "oscilações, para mais e para menos são consideradas normais". 

Fonte da Notícia: O Estadão de SP

Prejuízo no Metrô e na CPTM dobrou nos últimos nos últimos tempos

Relatórios internos da CPTM e do Metrô revelam que o prejuízo de ambas empresas administradas pelo governo estadual aumentou no ano passado. A gestão Geraldo Alckmin atribui o desempenho negativo, entre outros fatores, ao congelamento da tarifa em R$ 3 após os protestos de junho. Com isso, o repasse de dinheiro público às duas companhias teve de subir.

A subvenção para CPTM cresceu 43,7% em relação àquela concedida em 2012, de R$ 537,5 milhões para R$ 772,2 milhões. O Metrô informou não ter recebido subsídios diretos, só a compensação de gratuidades (a idosos, por exemplo).

O prejuízo não é incomum, já que o governo dá o aporte necessário para as empresas e banca investimentos como expansão da rede. Mas, neste ano, a perda operacional foi muito maior. No caso da CPTM, o prejuízo de R$ 507,4 milhões foi 133% maior do que o de 2012 (R$ 217,2 milhões). Já o Metrô registrou perda de R$ 76,4 milhões, mais do que o dobro do ano passado (R$ 28,4 milhões).

O relatório da CPTM revela que "a execução do orçamento do ano de 2013 foi prejudicada pela indefinição a respeito da aplicação do reajuste das tarifas do transporte". O Metrô credita a perda a problemas como "depreciação de bens, provisão para indenizações judiciais, receita e custo financeiro".

As duas companhias negam que a situação financeira cada vez mais apertada resulte em uma piora na operação e na segurança da rede de trens e metrô paulista. Mas o presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino de Melo Prazeres Júnior, discorda e diz que é preciso contratar para acabar com as horas extras. "As estações estão com um número extremamente reduzido de funcionários, colocando-os em risco. A empresa deve parar de gastar com coisas equivocadas, como reformas estéticas das estações."

Tarifa. Questionado semana passada pelo Estado, Alckmin disse que "não tem nenhuma notícia de aumento de passagem" neste ano. Desde o ano passado, a lógica de reajuste anual foi quebrada. O Prefeito Fernando Haddad já prometeu não aumentar o ônibus em 2014. Além disso, Alckmin tem até o fim do mês para regulamentar lei aprovada por ele em outubro que diminui de 65 para 60 anos a gratuidade para homens na CPTM e no Metrô, o que deve ampliar os subsídios.

Relatório aponta que falhas nos trens aumentaram. O relatório administrativo da CPTM também revela que diminuiu a quantidade de quilômetros percorridos em média pelos trens entre cada falha no sistema, atingindo o patamar mais baixo em cinco anos. Em 2013, esse índice era de 3.345 km; no ano anterior, era de 4.080 km.

Ainda conforme o documento, o indicador "sofreu certa queda, pois no ano de 2013 venceram os contratos de serviços de manutenção dos trens aferidos por desempenho". Apesar dos novos contratos entrarem em vigência, "durante o período de adaptação das novas equipes, houve perda de eficiência no processo de manutenção" das composições. Segundo o texto, a tendência foi revertida em novembro e dezembro, mês em que o indicador atingiu a média de 4.431 km.
 
Fonte da Notícia: Estadão

Curiosidade: Os 10 Mandamentos do Metrô de SP

Não entrarás no trem enquanto as pessoas não saírem.

Faça como Moisés. Abra o caminho e deixe que as pessoas passem, depois você entra.


Se empurras, serás empurrado.

Newton já sabia disso: Ação e Reação, ou melhor: tudo que vai, volta.


Se tens pressa, respeitarás os apressados.

Nós somos muitos, temos que nos unir. Estamos no mesmo barco (afundando), cada minuto é precioso. Então respeite. Vamos todos tentar chegar o menos atrasado possível, mas com respeito!


Se não tens pressa, ficarás a direita.

Muita gente perde o horário, você já deve ter perdido também. Se não está com pressa deixe os apressados passarem a sua esquerda e fique tranquilo(a) na direita.


Irás tirar a mochila das costas quando entrares no trem.

(Releia a lei de Newton do 5o mandamento). Sua mochila pode ir entre as suas pernas, outra pessoa não. O ser-humano ainda não tem coordenação motora suficiente para não bater a mochila em todo mundo que está ao seu redor quando se vira.


Aguardarás o próximo, se o trem lotar.

Mais uma lei de Newton (certeza que ele pegava trem). Dois corpos não ocupam o mesmo espaço. Se o trem lotar, aguarde o próximo (lembre-se dos 2 primeiros mandamentos) e embarque. Você vai esperar 1 minuto e o trem estará mais vazio.


Ficarás atrás da faixa amarela.

Isso não é um desafio, é um aviso. Se você se sentir tonto ou perder o equilíbrio nesta região você pode cair nos trilhos. Lembre-se do 1o mandamento também.


Não sentarás nos bancos preferenciais.

Está é para você que não se encaixa em nenhum dos desenhos daquela plaquinha azul sabe? Fingir estar dormindo só piora a situação.


Sairás da região da porta quando não fores sair na próxima estação.

A porta foi feita para entrar ou sair. Não seja um cone, seja inteligente e saia do caminho das portas. Se por acaso você estiver na porta e não conseguir se movimentar (porque não seguiu o 5o mandamento), saia do trem e fique a direita. Assim que todos saírem você volta.


Não usarás celular quando estiveres andando.

Além de você trombar em objetos, nas pessoas e tropeçar. Você acaba atrasando todo mundo que está tentando te passar. Se quiser mesmo assim usá-lo, releia o 3o mandamento.

Fonte da Notícia: Diário da CPTM

Mesmo antiga, Linha 1-Azul ainda atrai moradores

Maioria dos Trens da Linha 1-Azul são antigos
Pioneira, a Linha 1-Azul ainda desperta interesse do mercado, 40 anos após sua inauguração. Bairros atendidos pelo ramal, como Saúde e Vila Mariana, concentraram boa parte dos empreendimentos dos últimos três anos na capital, segundo o estudo da Lopes com base em dados de inteligência de mercado, que incluem registros na Prefeitura e projeções das construtoras. Foram lançados ao menos 39 empreendimentos nos dois bairros, de um total de 634 projetos na cidade.

A explicação, de acordo com o diretor de Atendimento da imobiliária, João Henrique, está no traçado da linha, que atravessa um grande número de bairros consolidados. Todos dotados de boa infraestrutura, entre Tucuruvi, na zona norte, e Jabaquara, na zona sul.

A possibilidade de integração com outros dois ramais também atrai moradores ao longo da Linha 1. Nas Estações Ana Rosa e Paraíso, por exemplo, é possível fazer baldeação com a Linha 2-Verde e, na Sé, com a Linha 3- Vermelha. "Morar perto do metrô é um grande benefício, chega quase a ser um sonho de consumo", diz Henrique. Segundo ele, as estações mais afastadas, porém, ainda não despertam muito interesse. Tanto compradores quanto construtores dão preferência a trechos de linhas do centro expandido.

A escolha, porém, pesa no bolso. Imóveis perto de estações são mais caros - para compra ou aluguel. A regra vale especialmente para os bairros mais valorizados, como Paraíso e Vila Mariana. O preço vale a pena, segundo a assistente administrativa Vanessa Walendowsky, de 25 anos. "A Vila Mariana é um bairro mais seguro e residencial", afirma.

Ainda em obras e sem prazo de inauguração, a Linha 17-Ouro, monotrilho que ligará o Aeroporto de Congonhas ao Morumbi, leva milhares de novos moradores a bairros da zona sul, como Chácara Santo Antonio, Campo Belo e Brooklin.

Na zona oeste, a mesma lógica fez de Perdizes o bairro campeão de lançamentos da região nos últimos três anos. Localizado nas proximidades da Estação Barra Funda, da Linha 3-Vermelha, e Sumaré, da Linha 2-Verde, possibilita fácil acesso a vários bairros que vão do centro à periferia. Por causa da Linha 4-Amarela, Pinheiros também intensificará as construções.

No setor de flats e hotéis, encontrar um ponto nas redondezas de uma estação de metrô não é opção, mas regra. A tendência faz com que 100% dos lançamentos hoje se concentrem nesses eixos. O fenômeno ocorre por uma exigência dos hóspedes. Com o trânsito congestionado de São Paulo e o alto preço pago por uma corrida de táxi, ficar hospedado em um ponto de referência da cidade, com boa mobilidade, é mais vantajoso para quem é de fora. "Para você ter um hotel, é preciso uma localização muito conhecida e estratégica", diz Henrique.

Investimentos em torres corporativas seguem o mesmo conceito. Em três anos, 81% dos prédios comerciais foram erguidos perto do Metrô.

Fonte da Notícia: Estadão
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

Metrô e CPTM ameaçam greve para Copa do Mundo

Das 16 categorias que se mobilizam e podem paralisar suas atividades durante os jogos da Copa, 8 estão na área de transporte: aeroviários, metroviários, ferroviários da CPTM, motoristas e cobradores de ônibus, rodoviários, taxistas, motoboys e agentes de trânsito (marronzinhos).

A maior parte já está em campanha, e o calendário de mobilização deve avançar com a proximidade da Copa.

Outras, como os aeroviários (os que fazem serviços terrestres), querem um "abono-Copa", no valor de um salário nominal, para compensar jornadas mais longas. Benefício semelhante foi obtido por funcionários de empresas de ônibus de Londres durante a Olimpíada de 2012.

Reginaldo Alves de Souza, que preside o Sindicato dos Aeroviários de São Paulo, justifica: "Eventos como Fórmula 1, festivais de rock e Copa exigem jornadas maiores."

O sindicato das empresas informa, entretanto, que não há negociação em curso.

Para o Sindicato Nacional dos Aeroviários, se não houver acordo até junho, a categoria deverá parar.
 
"Estamos nos preparando para isso. Evitamos no Natal, no Ano Novo e no Carnaval", diz Selma Balbino, presidente da entidade.

Metroviários também informam que a chance de greve é "clara". A negociação final deve ocorrer nos primeiros dias da Copa. Na última vez que a categoria parou, em 2012, a cidade teve 249 km de lentidão, a maior do ano.

Responsáveis por pequenas entregas, o principal sindicato da área, que representa os 220 mil motoboys da capital paulista, também avalia fazer greve durante os jogos.

No setor de segurança, 9.000 policiais federais planejam parar dois dias antes de a Copa começar. O protesto deve ser referendado em assembleias previstas para ocorrer em 30 dias em 27 sindicatos da categoria no país.

"Já foram feitas cerca de 15 paralisações de um a três dias neste ano. Antes da Copa será por tempo indeterminado. Em 2012, paramos por 70 dias. Há policiais trabalhando mais de 12 horas por dia e 3.000 cargos vagos hoje. Também é preciso rever os salários. Estamos há sete anos sem aumento", diz Jones Leal, presidente da federação nacional da categoria.
 
De Olho no Calendário

Metalúrgicos, têxteis e comerciários de São Paulo devem entregar suas pautas antes ao setor patronal para evitar que, com a Copa e o calendário eleitoral, as negociações se arrastem e trabalhadores sejam prejudicados.

"As montadoras concederam férias coletivas e licença, há impacto nas autopeças e na cadeia. A situação deste ano preocupa"diz Miguel Torres, presidente da Força Sindical.

"Mas os efeitos devem se arrastar até 2015, por isso os trabalhadores de várias áreas já se mobilizam, inclusive, para fazer uma marcha do Basta, se for preciso", A produção do setor automotivo caiu 8,4% no primeiro trimestre, e os estoques passaram de 37 dias em fevereiro para 48 em março.
 
Mesmo categorias mais fragmentadas e sem tradição em fazer greves, como os comerciários, discutem formas para colocar "o bloco na rua".

"Com o dinheiro dos turistas circulando na economia, esse é o ano para negociar aumento real. As incertezas sobre 2015 também impulsionam as negociações para garantir melhores reajustes neste ano", diz Ricardo Patah, que preside a UGT.

Para o economista José Marcio Camargo, da consultoria Opus, salários maiores podem significar mais pressão na inflação. "O trabalhador está no seu direito de lutar por melhorias. Mas certamente o que é concedido é repassado para os preços."

Servidores federais de universidades e do judiciário também podem parar. "São cerca de 900 mil que, junto com movimentos populares, farão protestos nas ruas nos dias de jogo", diz José Maria de Almeida, coordenador da CSP-Conlutas.
 
Fonte da Notícia: Folha de São Paulo

Metrô e CPTM terão segurança reforçada nos dias de Copa do Mundo

Principais acessos dos torcedores ao Itaquerão, o Metrô e a CPTM terão a segurança reforçada nos dias de jogos da Copa em São Paulo

Haverá aumento no efetivo de agentes de segurança nas estações e dentro dos trens, inclusive com a participação de policiais militares.

A movimentação dos torcedores e dos próprios trens será acompanhada de perto, por meio de câmeras, em uma das centrais de operação da Copa instaladas na cidade.

Procedimentos internos de segurança foram revistos pelas empresas, e, nos últimos meses, seus agentes passaram por treinamentos para o enfrentamento de situações adversas como panes, acidentes, atentados e até greve de funcionários.

Outra preocupação é com as manifestações anti-Copa.

Com o mote "Não vai ter Copa", grupos contrários à realização do evento prometem realizar grandes protestos nos dias de jogos, maiores do que aqueles já promovidos na cidade neste ano.

Foram elaborados planos de contingência para o caso dos protestos invadirem estações e "equipes de pronta resposta" ficarão alertas para agir se for necessário.

As estações de metrô e trens terão 700 voluntários para orientar sobre a melhor forma de chegar ao estádio ou à Fan Fest do Anhangabaú.

Fonte da Notícia: Folha de SP
Imagem: Folha de SP

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Obras na 2ª Fase da Linha 4-Amarela interditam trecho da linha neste domingo

Desde o início da operação, no próximo domingo (13), o Metrô dará sequencia às obras nas estações Oscar Freire e Fradique Coutinho da Linha 4 - Amarela (Butantã - Luz). Durante a execução dos serviços, o trecho entre as estações Paulista e Faria Lima estará interditado.

Na Estação Oscar Freire será realizada a montagem de estrutura metálica do mezanino.

Já na Estação Fradique Coutinho será feita a pintura do teto do corpo da estação e a montagem das portas de plataforma.

As atividades serão finalizadas às duas da manhã da segunda-feira (14).

Operação diferenciada 

Durante o período de interdição, os usuários serão atendidos gratuitamente por ônibus do sistema PAESE que circularão, ininterruptamente, entre as estações Faria Lima e Paulista, dando cobertura ao trecho interrompido.

O passageiro deve retirar uma senha na área paga das estações Paulista e Faria Lima, próxima aos bloqueios. A senha garante o acesso dos usuários somente às duas estações da Linha 4-Amarela e vale apenas para o dia 13.

Outras informações podem ser obtidas na Central de Informações do Metrô (0800 770 7722), de segunda a sexta-feira, das 5h30 às 23h30.

Fonte da Notícia: Metrô

Edital de expansão da Linha 2-Verde foi lançado ontem

Frota E do Metrô atualmente circulando na Linha 2-Verde
O Governador Geraldo Alckmin lançou ontem, o edital de prolongamento da Linha 2-Verde, do Metrô. A extensão ligará a Estação Terminal Vila Prudente à Estação Dutra, em Guarulhos. O edital será publicado hoje, no Diário Oficial. As propostas das empresas interessadas devem ser abertas no dia 10/5. 

A Linha 2-Verde ganhará mais 15,5 km de extensão e 13 novas estações. O Governador afirmou que ela será totalmente enterrada., o que reduzirá as desapropriações. 

“O volume (de desapropriações) é muito mais baixo do que no passado, porque é tudo enterrado, é uma linha subterrânea. Você trabalhava antigamente na casa dos milhares (de desapropriações), como no caso da Linha 1-Azul (construída principalmente nos anos 1970), hoje você fala na casa das centenas. Então, as pessoas já devem estar logo sendo notificadas”, disse o secretário estadual dos transportes, Jurandir Fernandes. 

A previsão é que as obras comecem no segundo semestre e que a linha comece operar a partir de 2018. Mas este é um tema delicado, pois nunca se cumpre prazos. Jurandir mesmo já disse que este prazo pode ser estendido caso as licenças ambientais demorem, ou haja problemas na licitação.

Fonte da notícia: Via Trólebus
Imagem de Eduardo Ganança